terça-feira, 6 de abril de 2010

Curvas tão curvas...

Uma profecia pré-anunciada
Com um envoltório de curvas estrondosas e milimetricamente invisíveis.

Estáticas e não ácidas.
Curvas brilhantes durante o apogeu diário.
Raro, mas não caro.

E ao fim da luz celeste
Quando a terra dá as costas pro Sol
Curvas quase debotadas voam...
Voam em velocidade ímpar.
À procura de um descanso lunar

Pra que ao acordar
A profecia realizada ontem
Seja reescrita hoje
Em cada curva do tempo, em meio ao firmamento.